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18/10/2012

Peça teatral: Um conto nordestino



Produzido pelos professores e encenado pelos alunos do CREIA – Centro de Referência em Educação Inclusiva Ativa, o texto Um Conto Nordestino; baseado no primeiro ato da obra O Auto da Compadecida de Ariano Suassuna; é uma comédia musical ambientada no sertão nordestino, que mostra os personagens típicos do cordel.



A estória tem como personagens centrais o esperto João Grilo, que sempre tem uma solução para tudo, o seu fiel e mentiroso amigo Chicó, que está doidinho de amor pela bela Rosinha, que com a ajuda de João Grilo consegue realizar o sonho de se unir a sua amada. A encenação conta ainda com outros personagens que fazem parte do universo nordestino, como a prima solteirona, Mariazinha, o Padre e os companheiros de traquinagem, Tonho, Pedro e Vicente.



Durante a encenação, a história é complementada por algumas danças típicas do nordeste com o acompanhamento do Coral do CREIA, abordando aspectos culturais e religiosos do nordeste do Brasil.

Direção teatral: Elisângela Freitas
Direção coreográfica: Kátia Cunha Amorim
Direção musical: Jorge Araújo e Moisés Godói

Alunos do CREIA participam das Paralimpíadas Escolares

A Edição de 2012, das Paralimpíadas Escolares, contará com 1200 atletas. Competição acontece pelo segundo ano consecutivo na capital paulista e reunirá competidores de 24 estados e Distrito Federal.

São Paulo receberá entre os dias 16 e 19 de outubro a sétima edição das Paralimpíadas Escolares. Considerada a maior competição do planeta para atletas com deficiência em fase estudantil, a disputa reunirá 1.200 competidores de 24 estados e Distrito Federal em 10 modalidades.




O número de inscritos neste ano supera o recorde de 958 de participantes em 2011. A maior delegação é a de São Paulo com 197 integrantes, sendo 135 atletas, e a menor do Mato Grosso, com apenas dois atletas num grupo de seis pessoas. Apenas os estados de Roraima e Tocantins não terão representantes este ano.

Para o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons, além de ser considerado um evento importante por promover a inclusão social e a promoção da saúde, as Paralimpíadas Escolares são tidas como grande celeiro de talentos.

“Nas Paralimpíadas Escolares temos a oportunidade de identificar novos talentos, já pensando nos Jogos Rio 2016 e 2020 (ainda sem sede definida). Além disso, o maior legado das Paralimpíadas Escolares é uma geração de jovens que acreditam no esporte como forma de exercer sua cidadania”, destaca.
As disputas acontecerão em três locais: Complexo Desportivo Constâncio Vaz Guimarães, no Ibirapuera (Atletismo), Parque Anhembi (Bocha, Judô, Tênis de Mesa e Vôlei Sentado) e Escola de Educação Física da Polícia Militar, no Bairro do Canindé (Futebol de 5, Futebol de 7, Goalball, Natação e Tênis em Cadeira de Rodas).

Além do CPB, participam da organização das Paralimpíadas Escolares o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência; e a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Secretaria Municipal dos Transportes, Secretaria Municipal da Saúde, Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreação, Secretaria Municipal de Educação e Secretaria Municipal de Cultura.

Número de atletas por Estado
Acre – 56
Alagoas – 28
Amapá – 26
Amazonas – 16
Bahia – 7
Ceará – 33
Distrito Federal – 84
Espírito Santo – 42
Goiás – 44
Maranhão – 21
Mato Grosso – 2
Mato Grosso do Sul – 73
Minas Gerais – 96
Pará – 80
Paraíba – 29
Paraná – 66
Pernambuco – 21
Piauí – 8
Rio de Janeiro – 122
Rio Grande do Norte – 23
Rondônia – 24
Rio Grande do Sul – 40
Santa Catarina – 101
São Paulo – 135
Sergipe – 23

Nesse evento irão participar 3 atletas do CREIA: Alice peri Maura (cega)  e Darlan Alves souza Luís (Baixa visão) no Atletismo e Audrey Araujo Santos (Deficiente Físico) em Volei sentado; Lucinete Ferreira Silva (Atleta-guia), foram convocados pela seleção Mineira; viajam no dia 14/10/2012 e retornam dia 19/10/2012.

Alice irá participar do esporte individual Atletismo das provas 100 metros rasos; lançamento da pelota e do arremesso do peso. O aluno Darlan irá participar do esporte individual Atletismo das provas 100 metros rasos; salto em distância e 1000 metros. Por fim, Audrey participará do esporte coletivo Voleibol Sentado.

20/09/2012

Oficina de Teatro



A Oficina de Teatro é uma atividade coletiva que possibilita ao aluno olhar para si mesmo de uma maneira diferenciada, onde cada um possa se permitir criar e arriscar, contribuindo para uma maior autonomia. Através do processo de experimentação, o aluno consegue maior liberdade de expressão, já que a exteriorização dos sentimentos vem dos seus desejos e anseios.

 Foto 1 -Improvisação com alunos surdos:  "O ônibus desgovernado"


 
 Foto 2 - Alunas cegas em cena de "O Reencontro"
 
Para a professora Elisângela Freitas, “o Teatro ajuda a romper barreiras e limites, o desenvolvimento da expressão e da sociabilidade são alguns dos avanços que essa manifestação cultural possibilita ao aluno com necessidades educacionais especiais, trabalhando o coletivo, fortalecendo a amizade, pois muitos vivem fechados em seu ambiente familiar”.   

 
 Foto 3 - Peça teatral "A casa fechada"

As aulas de Teatro no CREIA são mais um recurso pedagógico que objetiva incentivar a criatividade, a observação, possibilitando variados meios de expressão, cultivando a sensibilidade artística. Essa dramatização acontece por meio de textos criados pelos alunos, improvisações, jogos cênicos, uso de máscaras e fantoches, brincadeiras orientadas e outros recursos teatrais.

 
 Foto 4 - Improvisação com máscaras



  
 Foto 5 - Alunos com baixa visão trabalhando a história "Os 3 porquinhos" com fantoches

13/09/2012

Oficina de Alfabetização a tinta para alunos com baixa visão


O trabalho de "Alfabetização a tinta" realizado com alunos de baixa visão tem como finalidade contribuir o ensino-aprendizagem, estimularndo a utilização plena do potencial de visão e dos sentidos remanescentes e superando as dificuldades e conflitos emocionais.


De acordo com a Professora Kekeu, responsável pela Oficina, "como os alunos de visão subnormal enxergam usualmente letras e objetos grandes é necessário a intervenção do professor no uso de sua criatividade na adaptação de materiais pedagógicos, no preparo e aplicação de recursos visuais  como cores vivas, letras, figuras ampliadas, e outros recursos do gênero. O material com um melhor visual terá maior receptividade e motivação".

 
O bom êxito desse trabalho é respeitar a individualidade de cada um e, principalmente, seu tempo de aprendizado e para isso é necessário que seu crescimento aconteça em ambiente harmônico, tendo por meta o desenvolvimento pleno da capacidade cognitiva do aluno com baixa visão, sem afetar o desempenho das atividades curriculares sistematizadas.

30/08/2012

Oficina de Estimulação Sensorial


O trabalho de estimulação sensorial é um procedimento biopsicossocial que tem por finalidade proporcionar a pessoa com deficiência auditiva, visual e/ou baixa visão, determinados estímulos de forma a possibilitar que o desenvolvimento das suas potencialidades psicomotoras, cognitivas e sensoriais ocorra tão normal quanto possível, pois a mesma não percebendo o mundo sonoro ou visual, devemos trabalhar os outros quatro sentidos e estimular aquela que tem resíduo auditivo ou de visão, para que tenha uma melhor qualidade de vida, pois a pessoa com surdez ou cega ou ainda com baixa visão tem as mesmas possibilidades de desenvolvimento que as outras pessoas, precisando somente que tenha suas necessidades especiais supridas e estimuladas.

 
Considerando a falta de audição e/ou visão que é uma via sensorial, a estimulação contribuirá para o desenvolvimento motor, sensório, perceptivo, intelectual, afetivo e social, e para isso, manter o lúdico em todas as atividades vividas é fundamental para o desenvolvimento global da mesma. É no brincar direcionado que o conhecimento se constrói. Tempo e disponibilidade são requisitos primordiais para o indivíduo surdo ou cego. Vale estimular a vontade de aprender com jogos e brincadeiras que aceitem múltiplas interpretações e variações.



O bom êxito desse trabalho é respeitar a individualidade de cada um, respeitando seu tempo de aprendizado e seu desenvolvimento incorporando aspectos da diversidade, das inovações pedagógicas, tecnológicas e se comprometendo socialmente com o sucesso dos alunos.

09/08/2012

Acompanhamento pedagógico para deficientes visuais

 

O Acompanhamento Pedagógico é uma estratégia de intervenção que auxilia alunos com demandas específicas no âmbito da aprendizagem. Mediante um planejamento individualizado. Este atendimento contempla a confecção de atividades específicas, planejamento, visitas às escolas, além de auxilio pedagógico em adaptações curriculares.  A partir de um projeto de intervenção desenvolvemos atividades com as crianças e adolescentes com o objetivo de estimulá-las em seu desenvolvimento cognitivo e utilizamos como material de apoio: livros, revistas, jornais, internet, jogos, materiais adaptados, alfabeto móvel, registros, estimativas, cada um com objetivos pedagógicos. 


O atendimento de Acompanhamento Pedagógico caracteriza-se por uma modalidade de atendimento prestado pelo CREIA –“Centro de Referência em educação Inclusiva Ativa”, no sentido de oferecer o suporte necessário ao educando com deficiência visual e baixa visão, da rede regular de ensino, para o acesso ao conhecimento indispensável ao êxito nas atividades constantes do ensino regular. 


A professora Francisléia Rosário Martins, responsável pelo acompanhamento, ressalta que "o atendimento ocorre em um horário oposto da sala de aula de ensino regular (para os que freqüentam escola), por meio de trabalho coletivo ou individual. Atende-se crianças e adultos cegos e baixa visão utilizando-se materiais específicos como: máquina Perkins, reglete, punção, CCTV e demais materiais para deficiência visual, que se fizer necessário". O serviço prestado reúne recursos e estratégias que buscam promover o interesse do aluno, bem como oportunidade de acesso a bens e serviços, informações e relações no ambiente em que vive. Este suporte tende a oferecer a autonomia, a produtividade, a integração e a funcionalidade no ambiente escolar e comunitário.

23/05/2012

Exposição "Fotografia numa visão contemporânea"

 


Os alunos surdos e com baixa visão do CREIA conferiram na semana passada a exposição "Fotografia numa visão contemporânea" realizada na Fundação Aperam Acesita. Os alunos prestigiaram as obras dos professores Cássio Juliano e Elizângela Freitas, responsáveis pela Oficina de Fotografia para Surdos, e conheceram um pouco mais do processo de criação / composição e o 'olhar' fotográfico.

 
 
 
 
 
A amostra fica em exposição na Fundação até o dia 08/06. Prestigie!

16/05/2012

Oficina de DOSVOX



 O objetivo da oficina de DOSVOX é possibilitar  a inclusão digital através do uso e domínio  do computador, com sintetizador de voz, facilitando a realização de atividades e tarefas escolares para os  deficientes  visuais ( cegos e baixa visão) favorecendo o rendimento escolar através da prática da leitura e da escrita de vários tipos de textos, auxiliando com esta tecnologia o processo de alfabetização. Para alunos com baixa visão são ofertados, ainda, softwares educativos que proporcionam o desenvolvimento de habilidades pertinentes a infância como o raciocínio lógico, inteligência pictórica, entre outros.